Iniciar um acompanhamento de saúde costuma trazer a expectativa de que tudo vai se resumir a receber um plano alimentar e uma ficha de treino. Na prática, um acompanhamento bem estruturado envolve etapas conectadas entre si, que vão além da entrega inicial de orientações e se estendem por meses, acompanhando a evolução do paciente ao longo do tempo.
Na Clínica Peralles, o Método LP, criado pelo nutricionista esportivo Lucas Peralles, é uma abordagem de recomposição corporal que atua no emagrecimento, no ganho de massa muscular e no desempenho físico, sempre de acordo com as necessidades de cada pessoa. O método organiza essa jornada em uma sequência de fases interligadas e adaptadas ao objetivo de cada paciente, permitindo ajustar a estratégia conforme a evolução ao longo do processo.
Entenda como essa jornada é organizada a seguir.
A primeira etapa: leitura metabólica e comportamental
Antes de qualquer orientação prática, a jornada começa com uma leitura que combina avaliação metabólica e comportamental do paciente, buscando entender rotina, histórico de tentativas anteriores e objetivo real por trás da busca pelo acompanhamento. Essa etapa inicial já indica qual fase do processo faz mais sentido começar, evitando que o paciente receba um plano genérico antes mesmo de ser conhecido de fato.
Lucas Peralles explica que essa leitura evita erros comuns de acompanhamentos que definem um plano antes mesmo de entender a pessoa por trás do objetivo, o que costuma gerar orientações desalinhadas com a realidade e a rotina de quem vai precisar segui-las no dia a dia, mesmo quando o conteúdo técnico está tecnicamente correto.
A etapa do Educador Físico: treino, técnica e progressão
Depois do diagnóstico inicial, a jornada avança para a etapa do educador físico, ou seja, a execução prática, que envolve técnica de treino e progressão mensurável ao longo das semanas. Essa fase reforça consistência, ajustando o volume e a intensidade conforme a resposta individual de cada paciente ao estímulo proposto, em vez de seguir um cronograma fixo aplicado da mesma forma para todo mundo.

Acompanhar essa progressão de perto, e não apenas entregar um treino fixo, é o que permite ajustes finos conforme o paciente evolui, evitando tanto estagnação por falta de progressão quanto excesso de carga que poderia gerar lesões ou desgaste desnecessário.
Quando decisões médicas entram na jornada
Em alguns casos, a jornada envolve também decisões médicas e otimizações que fazem sentido dentro do objetivo do paciente, sempre coerentes com autonomia, e nunca com criação de dependência de acompanhamento contínuo. Essa etapa não é obrigatória para todos os pacientes, mas está disponível quando o caso exige avaliação mais aprofundada de fatores clínicos específicos.
A comunicação entre diferentes profissionais envolvidos, quando mais de uma área participa do caso, é o que evita que o paciente receba orientações contraditórias, um problema comum quando cada especialista atua de forma isolada, sem conhecer o plano completo em andamento.
O retorno integrado e o ajuste fino do padrão
A última etapa da jornada do Método LP é o retorno integrado, momento em que ajustes finos são feitos e o padrão construído ao longo do acompanhamento é consolidado. É nessa fase que fica mais claro se o paciente já desenvolveu autonomia suficiente para sustentar o resultado sozinho, ou se ainda precisa de suporte adicional em algum ponto específico antes de reduzir a frequência de retornos.
Essa etapa final não significa o fim do relacionamento com a clínica, mas sim a transição para um acompanhamento mais espaçado, focado em manutenção pontual ou em novos objetivos que o paciente queira construir a partir do que já foi conquistado.
Se você busca conhecer o Método LP e entender como funciona um acompanhamento estruturado em etapas conectadas, conheça a Clínica Peralles. Acesse o Instagram de Lucas Peralles, @nutriperalles, e veja mais sobre como a jornada funciona na prática.

